Operação Castelo de Areia

A Operação Castelo de Areia, feita pela Polícia Federal, investigava funcionários da empresa Camargo Corrêa por evasão de divisas, operação de instituição financeira sem a competente autorização, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e fraude a licitações.

No relatório dos agentes é mencionado também o desvio de verbas, supostas doações ilegais da Camargo Corrêa a PSDB, DEM, PPS, PSB, PDT e PP. Curiosamente, só consta partidos políticos de oposição. Além de partidos, a refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, teria movimentado verbas superfaturadas.

Escutas feitas pela PF revelaram que representantes da Fiesp intermediariam esquemas da Camargo Corrêa com partidos. (Folha online, Alerta Total e Contas Abertas)

[atualizado em 13:48]

O criminalista Márcio Thomaz Bastos foi contratado pela empreiteira. O apelo se deve ao temor do Planalto que as investigações atinja colaboradores próximos do governo. A empreiteira, oficialmente, é doadora também do PT (OESP).

CG 1: A Camargo Corrêa é uma das grandes doadoras legais de partidos, políticos e comitês eleitorais, especialmente de PSDB, DEM e PT. Desde 2002, foram ao menos R$ 30 milhões.
CG 2: Por que o PT e o PMDB não aparece no relatório? Estou curioso…
CG 3: A construtora recebeu do governo federal, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), cerca de R$ 129,5 milhões nos últimos três anos. Será mera coincidência?
CG 4: Curiosamente, as empresas que bancam o filme sobre Lula receberam mais de R$ 1 bilhão do governo petista, apenas nos últimos dois anos. Entre elas está a Camargo Corrêa. Nenhuma delas utilizou os inventivos fiscais da Lei de Incentivo à Cultura.

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