Mistérios e lendas de São Paulo (2)

(…continuação) Como toda metrópole, São Paulo é cheia de mistérios e lendas. A seguir, Veja São Paulo desvenda alguns deles:

É verdade que em São Paulo ainda existem índios morando em aldeias?

Verdade. Há três aldeias dentro da área do município, com um total de 1 034 índios da etnia guarani m’bya: a Jaraguá, no pico homônimo, e a Tenondê Porã e a Krukutu, no distrito de Parelheiros.

É verdade que há um trator enterrado no gramado do Estádio da Portuguesa, no Canindé?

Mentira. É pura maldade de torcedor – dos times rivais, claro. Reza a lenda que, em 1972, quando os dirigentes da Portuguesa de Desportos terminaram de reconstruir o estádio (de 1956) e erguer arquibancadas de concreto, esqueceram um trator no meio do gramado. Como ficou impossível removê-lo pelas saídas destinadas ao público, decidiram enterrá-lo ali mesmo. Ora, pois!

É verdade que o bairro da Liberdade já foi habitado predominantemente por italianos?

Verdade. Até 1920, centenas de italianos que iam das chácaras na Zona Sul da cidade até o centro para vender sementes e frutas fixavam residência na região da Liberdade. As pensões do bairro eram todas ocupadas por italianos e, em menor número, por portugueses. A imigração japonesa só chegou à região na década de 30, quando as primeiras famílias começaram a se instalar na Rua Tabatingüera.

É verdade que no restaurante do hotel Ca’d’Oro é proibida a entrada de homens sem gravata?

Mentira. Mas isso de fato aconteceu entre 1953 e 1962. O restaurante, inaugurado na Rua Barão de Itapetininga, no centro, exibia uma placa: ‘Pedimos o uso da gravata e do paletó’. A partir dos anos 60, só passou a ser exigido o paletó. ‘Se chegasse alguém sem ele, nós tínhamos alguns para emprestar’, lembra o proprietário Aurélio Guzzoni. Atualmente, não há nenhuma advertência na entrada da casa – que desde 1978 funciona na Rua Augusta –, mas a maioria dos freqüentadores ainda vai lá de terno e gravata.

É verdade que o jornalista Cesar Giobbi só publica fotos de pessoas sorrindoem sua coluna Persona, no jornal O Estado de S. Paulo?

Em termos. No mês de julho, das 178 fotos publicadas, em apenas onze não havia alguém sorridente. ‘Não dou nenhuma orientação desse tipo aos meus fotógrafos’, diz o colunista. ‘Só escolho as imagens em que as pessoas estejam muito bonitas. Por acaso, elas estão sorrindo.’

É verdade que maio é o mês em que mais ocorrem casamentos em São Paulo?

Mentira. De acordo com o IBGE, o mês que lidera as uniões dos noivos paulistanos é dezembro. O último levantamento, de 2004, revela que maio, o mês das noivas, ficou na sétima colocação, com 4 541 casamentos, contra 6 700 em dezembro. Agosto, com sua má fama, apareceu no fim do ranking (2 822 matrimônios).

(continua…)

Veja mais Mistérios e lendas de São Paulo: PARTE 03

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