Vespa Piaggio

Quando a Segunda Guerra Mundial acabou, Enrico Piaggio presidia a empresa de fornecimento de peças para o setor aeronáutico fundada por seu pai. Era tempo de uma Europa destruída física e financeiramente.

Apesar da fábrica da Piaggio encontrava-se em ruínas, Enrico partiu em busca de um novo tipo de veículo, capaz de suprir a necessidade de locomoção básica da população. Deveria ser barato, funcional, econômico, robusto e, claro, charmoso e elegante. Além disso, deveria também ser fácil de pilotar por mulheres, não sujar as roupas do condutor e ainda levar um passageiro. Foi batizado com o nome de um inseto, em alusão ao ronco de seu motor dois-tempos com ventoinha de arrefecimento: Vespa

Baseando-se no scooter (patinetes infantis) norte-americano Cushmann modelo 53 que foi jogado de pára-quedas na Europa durante a ocupação aliada, Enrico encomendou aos engenheiros um primeiro projeto denominado MP5, mais tarde rebatizado de Paperino (Pato Donald em italiano), lançado em 1945.

Finalmente em abril de 1946 é apresentado ao público o modelo V98 com motor Piaggio de 2 tempos, monocilíndrico horizontal com 50mm de diâmetro e 50mm de curso que proporcionava 3,2HP a 4.500 rpm com caixa de 3 marchas. Foram produzidas neste mesmo ao 2.484 unidades da V98, um sucesso de vendas. Este modelo ficou em produção por 2 anos alcançando a cifra de 10.535 unidades fabricadas.

Curiosamente, embora tenha sido tentado pintar as primeiras unidades de cores diversas, em pouco tempo de adoto o cinza metalizado como cor única.

Depois de duas passagens pelo Brasil, em 1948 e entre 1985 à 1990, a Piaggio se estabeleceu no País por meio de uma representante, que vende os modelos Vespa e Piaggio. (Motos Antigas)

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CG: Eu já tive uma e me arrependo de ter vendido. Bons tempos, hein Piga, Bucci e cia?

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