Ternuma

O início da década de 60 caracterizou-se, no Brasil, pelo agressivo ressurgimento do movimento comunista, que já havia sido debelado nos idos de 1935.

Impregnados de ideologias importadas, os comunistas brasileiros insuflavam a população e arquitetavam um golpe de estado. A sociedade, inquieta, exigiu uma resposta firme das Forças Armadas, que veio desaguar na Revolução de 31 de Março de 1964.

A manhã de 25 de julho de 1966 pode ser considerada como o marco inicial da ação terrorista no Brasil. Somente em 1969 as autoridades decidiram dar uma resposta enérgica e profissional à luta terrorista, criando órgãos de segurança que viriam dar um fim às ações armadas.

Com a Lei da Anistia, os comunistas regressaram e passaram a ocupar posições nos diversos escalões da República e dos estados, transformando-se de criminosos em “heróis” e de terroristas em “idealistas políticos”.

Hoje, no Brasil, seus seguidores posam como “defensores” de uma democracia que tentaram e ainda tentam acabar. Continuam com suas mesmas idéias retrógradas, buscando, mais uma vez, iludir o povo brasileiro. Ter agido como terrorista ou como comunista, no passado, passou a ser considerado, hoje, como um procedimento “politicamente correto” e como um importante ponto de referência em seus currículos.

Em julho de 1998, civis e militares, inconformados com a omissão das autoridades legais, organizaram o grupo “Terrorismo nunca mais” (TERNUMA), a fim de resgatar a verdadeira história da Revolução de 1964 e, mais uma vez, opor-se a todos aqueles que ainda teimam em defender os referenciais comunistas, travestidos como se fossem democráticos.

O site do grupo conta a versão daqueles que derrotaram a luta armada no Brasil.

Para saber mais, acesse o site Ternuma

CG: No mínimo, interessante.

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