O barato sai caro. Ou será, barata?

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais condenou a Nestlé a pagar indenização de R$ 15mil a um guarda municipal de Uberaba que consumiu parcialmente uma lata de leite condensado que continha uma barata.

O guarda afirmou que foi surpreendido por “um objeto estranho de cor escura” que estava obstruindo um dos furos que fez na lata. (EM)

CG: Será que ficou “crocante”?

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