Visão do futuro

Quem lembra do ano passado, quando Lula e seus companheiros diziam que a CPMF era necessária, que o Brasil não podia abrir mão dela?

“A CPMF é uma contribuição necessária para o equilíbrio das contas do país”, dizia Palocci, um dos principais articuladores do governo Lula.
“A CPMF é um imposto justo, não dá para abrir mão, é [um imposto] fiscalizador” e “Se as pessoas querem extinguir [a CPMF] que proponham outro imposto”, afirmava Lula.

Agora, eles não têm mais como mascarar a verdade. Mesmo sem CPMF, arrecadação de impostos bate recorde no 1º semestre.

A arrecadação de impostos e contribuições cresceu 10,43% no primeiro semestre de 2008 e atingiu novo recorde. Mesmo com o fim da CPMF, a Receita Federal arrecadou R$ 333,208 bilhões. Somente no mês de junho foram R$ 55,747 bilhões, aumento de 7,11% em relação ao mesmo mês do ano passado. O imposto cuja arrecadação mais cresceu no semestre foi o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), que teve suas alíquotas elevadas para compensar o fim da CPMF. A arrecadação subiu 151% e chegou a R$ 9,8 bilhões (Folha online).

O futuro, que tanto temíamos, virou realidade. Mesmo com o fim da CPMF a arrecadação do governo federal cresce assustadoramente. Quando avisávamos isso, eles argumentavam que NÃO. Que o fim da CPMF causaria um rombo nos cofres públicos.

E não é preciso bola de cristal para constatar que reforma tributária que não vise redução de impostos, como é a proposta do governo, não resolverá o problema de ninguém. Que recriar a CPMF sob outra alcunha – CSS – não pode ser justificado com argumentos sobre a perda de arrecadação.

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