Candidatos com o nome sujo

Quase a metade das capitais brasileiras terá candidatos a prefeito neste ano acusados de improbidade administrativa, crime contra a administração pública, uso de documentos falsos, corrupção passiva e formação de quadrinha, entre outros (OEMG).

Acompanhe alguns candidatos “exemplares”:

• Rio Branco – Sérgio Petecão (PMN): crime contra a ordem pública e a fé pública e uso de documeno falso.
• Salvador – João Henrique (PMDB): crime contra a ordem pública.
• Campo Grande – Nelson Trad Filho (PMDB): improbidade adminsitrativa.
• Boa Vista – Iradilson Sampaio (PSB): improbidade adminsitrativa.
• Florianópolis – Dario Berger (PMDB): crime contra o meio ambiente, corrupção passiva e crime contra a administração da Justiça.
• São Paulo – Marta Suplicy (PT): crime contra a fé pública, improbidade, crime de responsabildade.
• São Paulo – Paulo Maluf (PP): Improbidade administrativa, formação de quadrilha e crime contra o sistema financeiro.
• Maceió – Cicero Almeida (PP): indicado por lavagem de dinehiro e formação de quadrilha.
• Macapá – Dalva Figueiredo (PT): crime contra a fé pública e falsidade ideológica.
• São Luís – Cleber Verde (DEM): crime contra a administração e uso de dados falsos.
• Belém – Duciomar Costa (PTB): improbidade administrativa.
• Porto Velho – Lindomar Garçon (PV): improbidade administrativa, falsificação de documentos, crime contra a fé pública.
• Porto Velho – Mauro Nazif (PSB): corrupção eleitoral, compra de votos.

CG 1: Onde há fumaça, há fogo!
CG 2: E todos alegam que não fizeram nada e não sabem de nada! Acorda, Brasil!!!

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