Máquina mortífera

Uma completa revisão dos estudos envolvendo os efeitos nocivos do uso prolongado de aparelhos de telefone celular chegou a um resultado alarmante: em cerca de uma década, esse tipo de telefone móvel pode vir a matar mais pessoas de câncer do que o cigarro, até hoje um dos campeões entre os produtos que causam malefícios à saúde da humanidade.

Isso é o que aponta o neurocirurgião australiano Vini Khurana, que trabalha no Hospital de Camberra e coleciona premiações internacionais, principalmente por seus estudos envolvendo o cérebro. Khurana afirma que a radiação emitida pelo celular pode acelerar a divisão de células, provocando o câncer e, assim, o uso do aparelho seria mais letal do que o vício de fumar.

O problema tem mais chance de ocorrer nas pessoas que usam o celular constantemente, todos os dias. Khurana observa que hoje há 3 bilhões de usuários de telefones celulares no mundo, contra 1 bilhão de fumantes. Os fabricantes de aparelhos celulares se defendem afirmando que ainda não há evidências de que seu produto pode levar à morte (CCSP).

CG: Quem tem um orelhão, corre mais riscos?

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